Arrogância do passado e arrogância do presente…

auto estima Arrogância do passado e arrogância do presente...
Quando falamos de arrogância, logo vem a mente um sujeito endinheirado, falastrão, que tem tudo do bom e do melhor, mas não trata ninguém bem. Pois é, esse é o modelo antigo e tradicional que define a arrogância de uma pessoa, mas se pararmos para analisar bem o nosso dia a dia, quase não vemos esse tipo de pessoa (eu disse quase).

Observando as pessoas, podemos notar que a arrogância pode ser usada como uma palavra de definição, mas bem diferente do cenário descrito aqui, o modelo mudou muito. Se aquela pessoa que tinha tudo fácil na vida, seja por poder aquisitivo, por posição em um grupo social ou por pura beleza que Deus lhe deu vem diminuindo, começamos a ver outro tipo de pessoa no nosso dia a dia, é o que chamamos de ME ME ME.
Mas o que seria essa pessoa? Como podemos defini-la?

Bom, é curioso, porque agora muitas pessoas resolveram ser arrogante pelo simples fato de se considerarem foda! Como assim? Isso mesmo, fodasticas, lindas, maravilhosas, o simples fato de existirem já as tornam melhores do que qualquer outro. As atitudes são iguais as dos arrogantes clássicos: Ignoram, tratam mal, falam mal, subestimam o tempo todo, se sentem no direito de excluir outras pessoas de suas vidas sem nenhum motivo, não falam ‘bom dia’, não se sentam na mesma mesa que a maioria, etc, etc, etc…

O mais interessante é que essas pessoas não tem nada, normalmente são feias, estudaram menos que suas vitimas, não possuem nada de valor, não trabalham com nada legal, nada, nada, nada…Não existe nenhum motivo lógico além de serem reis ou rainhas em seus mundinhos. O pior é que grande parte dessas pessoas adoram reclamar de tudo, sempre os outros são burros, sempre os demais não sabem se vestir e o motivo de serem solteiros é porque o mundo é muito ruim para alguém tão FODA quanto ela!

Tem gente que chama essa turma de: “gente que se acha”, “pessoa inflada”, “mala”, etc.

E ai, lendo isso tudo você lembrou de alguém FODA assim?