Greve dos professores em São Paulo, OU: Ala “politizada” continua com seu plano tático…

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Na última sexta-feira, dia 08 de maio de 2015, tivemos pelas ruas de São Paulo a greve dos professores, que pedem reajuste de 75%.

Tudo parece ser lindo, mas não é, vamos aos fatos:

  1. A mobilização não conseguiu levar nem 1.000 professores;
  2. A manifestação que era da classe, reapresentada pelos sindicatos (pra que tantos?) tinha em cima de caminhões pessoas ligadas a partidos políticos;
  3. Pelas ruas idem, só se via bandeiras e camisetas de partidos políticos;
  4. O interesse dos alunos foi ignorado, ninguém quer saber o que eles pensam ou precisam, simplesmente chegam nas escolas e não tem aula;
  5. O cidadão de bem, que queria voltar para casa depois de uma semana exaustiva, não podia, poque as ruas estavam bloqueadas.

 

Acredito que todo trabalhador não só tem o direito, mas deve, procurar situações mais vantajosas para trabalhar e quase sempre isso significa anhar mais, só que existem maneiras para fazer isso. Qualquer trabalhador que atua na iniciativa privada procura trabalhar melhor, estudar, trazer melhores resultados e caso nada disso tenha uma conclusão positiva, eles arruma seu currículo e sai a caça de um novo lugar para trabalhar, simples assim.

No caso de servidores públicos nada disso vale, o que vemos é grupos tomarem todo o público interessado como refém, fazem exigências surreais e caso não funcione, resolvem atacar toda a população de maneira covarde.

Vale lembrar que a maioria dos professores são formados com dinheiro do povo, em universidades  públicas, possuem acesso fácil e gratuito a cursos de especialização, mestrado e doutorado, sendo que na maioria dos casos ganham dinheiro para estudar (através de bolsas).

Todos tem a opção de escolher trabalhar na rede pública ou se aventurar na iniciativa privada.

Resumindo, eles possuem muito mais benefícios e facilidades que a maior parte da população, mas escolhem outro caminho: A extorsão! Não aceitam ter chefe, não aceitam uma hierarquia complexa, não aceitam ter metas, não querem ouvir ninguém cobrando resultado, mesmo com facilidade em melhorar o currículo acadêmico, não querem estudar mais.

Claro que eu estou me referindo a uma minoria, porque se analisarmos a fundo, a grande maioria dos professores de São Paulo não tem coragem de fazer esse tipo de picaretagem. E isso é fácil de ver no vídeo abaixo, onde só vemos pessoas “politizadas” de mais e trabalhadores de menos: