Haddad é o preferido dos mais ricos e Russomanno lidera entre os demais, segundo a pesquisa do IBOPE.

celso russomano g 20120724 Haddad é o preferido dos mais ricos e Russomanno lidera entre os demais, segundo a pesquisa do IBOPE.

Não tem jeito, por mais que o PT queira se apropriar dos pobres e dos trabalhadores, eles tem preferido seguir outro caminho! E claro, quem tem apoiado o Partido dos Trabalhadores e suas idéias socialistas são os ricos!

Pelo menos é isso que mostra a pesquisa do IBOPE sobre intenções de votos para prefeitura de São Paulo:

 

Datafolha 2 candidato renda Haddad é o preferido dos mais ricos e Russomanno lidera entre os demais, segundo a pesquisa do IBOPE.

Com essa primeira leva podemos considerar:

  • Celso Russomanno só perde a liderança (para o Haddad) para pessoas que possuem de renda pelo menos 10 salários mínimos, ou seja, que ganham mais de R$ 7.880,00/mês;
  • Marta Suplicy é mais forte entre as pessoas com renda inferior a dois salário, mas mesmo assim perde pra Russomanno;
  • Fernando Haddad é o prefeito da elite, já que ganha apenas entre as pessoas mais endinheiradas;
  • Datena mostra ser forte com eleitores que ganham entre dois e cinco salários.

Pelo que tudo indica, que essa história do Haddad ser o prefeito dos pobres é uma grande mentira, já que suas politicas (desastrosas) só agram os mais ricos, hoje em dia é comum ir nas regiões periféricas da cidade e ver uma enorme ojeriza ao nome do atual prefeito, onde o povo quase sempre argumenta a rejeição com sentimentos de traição ou ganancia, já que pensa mais em ações requintadas como fazer a Av. Paulista uma grança ciclovia aos domingos, enquanto as regiões mais pobres foram esquecidas, ou no máximo, pintadas de vermelho de maneiras desastrada.

Vale lembrar que nas últimas eleições para a prefeitura da maior cidade do país foi marcada por baixarias e ataques vergonhosos aos candidato Celso Russomanno, que liderou quase todas as pesquisas e só foi vencido no último momento.

Esperamos que essas próximas eleições a ética a moral sejam mais respeitadas, ou que no mínimo os partidos que se dizem contra o preconceito não se utilize de táticas de guerrilhas para atacar candidatos adversários com cristofobia, terrorismo e ódio, assim como foi em 2012.