Preconceito parte ou se dirige a Eduardo Cunha?

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Existe uma palavra que hoje em dia é utilizada para atacar de qualquer maneira uma pessoa, grupo, cultura ou qualquer coisa que seja, que é diferente da pessoa que a utilizou, essa palavra é: Preconceito.

Preconceito é um “juízo” preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude “discriminatória” perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou “estranhos”.

– Wikipedia (Fonte simples para uma definição mais simples ainda)

Hoje vimos uma cena pra lá de curiosa na Assembleia Legislativa de São Paulo: Era um grupo atacando Eduardo Cunha, Presidente da Câmara dos Deputados, de maneira direta, cara a cara. A maior acusação é o tal de preconceito, mas pera lá, segundo a própria definição da palavra, o que se encaixaria bem como autor do preconceito seria exatamente esse grupo.

Mas qual seria exatamente a raiva contra Cunha? Bom, ele tem alguns projetos, com criminalizar o preconceito contra os heterossexuais. Ele é o autor do projeto para a instituição do “Dia do Orgulho Heterossexual” no Brasil.  Ele é também o autor de um projetos que quer punir com prisão de até 10 anos os médicos que auxiliarem mulheres a fazer aborto.

A maior parte desses projetos é uma pura perda de tempo, mas outros eu concordo, afinal, um cara que se forma em medicina para salvar vidas não pode ganhar dinheiro tirando uma de maneira proposital.

O ponto que ele é criticado é justamente o que tem a ver com heterossexualidade e homossexualidade, que por ser fundamentado pelo cristianismo, ele sempre se posiciona defendendo os valores tradicionais e contrário a valores que fogem disso.

O mais interessante é que ele é cristão, ele sofre diversos ataques justamente por isso, o que seria preconceito também. Então temos de um lado homossexuais atacando Cunha com o argumento de preconceito, mas agindo com um preconceito mais agressivo ainda. Isso faz sentido?

Mas a situação é mais engraçada ainda, porque Cunha foi a Assembleia Legislativa a trabalho, já os manifestantes estão lá em horário de trabalho, sem dar nenhuma oportunidade para um dialogo. Cunha foi eleito pelo povo, esse grupo não foi eleito por ninguém.

Enfim, quero deixar claro que não votaria em Cunha por diversos motivos, mas também sou contra movimentos clandestinos. Sou um cidadão comum, assim como grande parte das pessoas que estão lendo esse artigo, e nós não estamos preocupados com briguinha de religião e sexualidade, queremos um país que nos dê mais liberdade para conseguirmos produzir, sem precisar ser estuprado pelos impostos, sem que nenhum partido politico assalte as estatais. Estatais essas que também somos contra, afinal, elas criam monopólios e são péssimas para o mercado!